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Os erros mais comuns no confinamento de boi

05/04/2019
Quais erros você deve evitar no confinamento de boi?

O ano de 2018 foi bastante desafiador para a pecuária de corte brasileira. A expectativa dos produtores era que após a crise econômica registrada nos últimos anos, o poder de compra dos consumidores fosse restabelecido e os lucros aumentassem, mas o relatório do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) elaborado em conjunto com a Confederação da Agricultura e da Pecuária do Brasil (CNA) mostra que a valorização da arroba ficou abaixo da inflação mesmo com as exportações aquecidas. No campo, a maior oferta de fêmeas para abate por conta da virada do ciclo pecuário favoreceu uma negociação maior por parte dos frigoríficos, levando à diminuição dos preços. E agora, para o segundo trimestre de 2019, a gestão do confinamento de boi deve ser feita de forma a minimizar erros e aumentar o bom desempenho dos plantéis nas propriedades.

 

O momento é de revisão de práticas que foram implementadas no ano passado — ou vêm sendo executadas há algum tempo — mas não resultaram em bons números nem aumento de produtividade e lucro. Essas práticas geram impactos em importantes métricas de resultados que orientam a gestão da propriedade agropecuária. Medir e controlar cada um dos processos evitando pequenos erros que, apesar de comuns geram prejuízos, traz a possibilidade de redução de custos e ganhos mais expressivos até o final do ciclo no curto e médio prazos.

 

Muitos pecuaristas já sabem que para controlar a produção intensiva onde tempo é literalmente dinheiro, é preciso ter acesso rápido e atualizado dos números de todos os processos, custos, estoque de insumos, etc. São muitos dados gerados num curto espaço de tempo e que precisam ser analisados com precisão e agilidade para que as decisões tomadas sejam as mais corretas para o negócio. Fazer isso sem um sistema de gestão é humanamente impossível e tomar decisões sem as informações adequadas traz grandes riscos para o negócio. A melhor maneira de analisar o desempenho do seu negócio de confinamento de boi é por meio da implantação e uso de avançadas plataformas de coleta e análise de dados. São elas que permitem aferir as áreas do confinamento que estão entregando melhor resultado e as que precisam de atenção além de monitorar como cada animal se comporta em relação aos procedimentos adotados.

 

Pensando nesse processo de acompanhamento constante e na importância dele para o avanço do negócio, nossos especialistas desenvolveram este e-book que reúne os erros mais comuns na gestão do confinamento de boi. Eles apresentam algumas das práticas equivocadas que ocorrem com maior frequência nos confinamentos brasileiros e dá dicas sobre o melhor caminho para evitá-las. Seguindo as sugestões dos profissionais da Gestão Agropecuária e implementando uma solução digital para gestão da sua produção você vai reduzir os riscos de prejuízos e terá mais chances de aumentar a lucratividade.

 

Clique aqui agora e saiba quais práticas devem ser evitadas para impedir que a produtividade da sua fazenda caia.

 

Alimentação e sanidade no confinamento de boi

Essas duas áreas de cuidados são as duas mais importantes dentro de qualquer fazenda do Brasil. Se os animais não comerem da forma correta e não houver um sistema de proteção biológico válido e eficaz, a engorda não vai acontecer e o resultado será um ganho de carcaça inexpressivo. Os lucros, obviamente, vão cair bastante.

 

Logicamente a maior parte dos gestores pecuários sabe da importância desses dois processos e os elencam como aqueles sobre os quais eles e seus times depositam mais atenção. Isso é quase uma unanimidade, mas se as boas práticas fossem tão frequentes assim, não haveria fazendas com problemas relacionados a essas duas áreas. Veja o caso da ração, por exemplo: é um dos insumos que mais interfere no resultado produtivo da fazenda e qualquer alteração, por mínima que seja, pode impactar de forma perceptível no final do ciclo.

 

A falha aqui costuma envolver o não cumprimento adequado do plano nutricional criado pelo nutricionista. Sem o controle diário e detalhado por tipo de dieta e formulação que foi fabricado e do que foi realmente distribuído no cocho não é possível garantir a entrega de energia necessária para a engorda dos animais. Sem esse acompanhamento, pequenos desvios entre o volume fabricado e o distribuído se tornam rotina e, o pior, aumentam com o passar do tempo causando grandes prejuízos financeiros. Em alguns casos, a quantidade de ração fabricada não corresponde ao que foi fornecido no cocho — e essa divergência entre os números só pode ser aferida com precisão se houver uma plataforma completa que gerencie a fábrica de ração e o fornecimento do trato no confinamento de boi. Quando as anotações são feitas manualmente num caderno ou numa planilha, os arredondamentos costumam acontecer e prejudicar a leitura fiel do quadro.

 

Um dos principais indícios de que há algo que precisa ser revisto são os dados “100% perfeitos”, como diz o gerente comercial da Gestão Agropecuária, Newton Filho: “eles podem mascarar uma série de problemas e no curto e médio prazos, minar a lucratividade do seu negócio”.

 

Da mesma forma, a utilização inadequada de medicamentos e vacinas com a desculpa de que é mais barato economizar em remédios e na aplicação dos mesmos pode, aos poucos, piorar a qualidade da carne obtida ao final do ciclo. As vacinas devem ter um calendário de aplicação bem definido e é fundamental segui-lo à risca. Caso contrário, um único animal que sofra de alguma doença pode contaminar todo o lote.

 

Coleta de dados com precisão: o caminho para os bons resultados do confinamento de boi

 

Para que todo o confinamento da propriedade seja acompanhado da forma mais precisa possível, é imprescindível que o gestor agropecuário considere a importância da adoção de plataformas de tecnologia e a encare como uma aliada no negócio. A época de que a lucratividade do negócio viria do tamanho do rebanho e não da qualidade dele deixou de existir, e para atender às necessidades do mercado, será preciso inovar.

 

Para o CEO da Gestão Agropecuária, Paulo Dias, a falta de planejamento é o principal gargalo que impede que os resultados do negócio sejam muito mais expressivos.

 

— A fazenda de confinamento é, cada vez mais, uma entidade holística. Todos os setores precisam trocar informações, acompanhar o que as etapas pregressas e posteriores estão fazendo e compreender a importância do trabalho que está sendo feito em outras unidades visando o resultado final. Não dá mais para manter os dados segmentados.

 

Para conhecer mais sobre os processos mais eficazes na gestão do confinamento de boi, clique no link abaixo agora e leia o nosso e-book gratuito sobre os erros mais comuns no confinamento de boi.

 

confinamento de boi