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Impacto da tecnologia na rentabilidade do confinamento

31/07/2018

confinamento

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O setor agropecuário brasileiro costuma apresentar crescimento mais expressivo que a economia nacional. Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, enquanto o PIB de 2017 cresceu apenas 1%, a agropecuária aumentou sua representatividade no mercado em 13%. Apesar do ano positivo, esta é uma das atividades econômicas que mais sofre com oscilações internacionais, impactos de fatores externos, variações cambiais e climáticas, mobilidade e legislação, entre outros.

Felizmente, a importância desse negócio para o país o coloca em posição prioritária quando o assunto são pesquisas científicas, estudos, descobertas e inovações que melhorem a produtividade, aumentem o rendimento das propriedades e diminuam a perda nos confinamentos. Isso fica evidente quando o produtor, buscando a excelência na gestão, decide investir em sistemas que tornam o processo de administração das rotinas produtivas mais eficiente.

Viabilizadas pela capilarização cada vez maior das conexões de internet rápida — inclusive em áreas distantes dos grandes centros urbanos —, plataformas completas de gerenciamento de rebanhos têm ganhado a preferência de muitos empreendedores do campo que comprovam: coleta e monitoramento constantes de dados fazem os lucros aumentarem significativamente.


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Mais controle, mais rentabilidade

 

O assunto já foi estudado por especialistas que constataram: donos de propriedades que utilizam softwares de gestão têm 73% de aumento na produtividade, cerca de 20% menos gastos operacionais e 16% de economia nas despesas administrativas. Não é mágica: trata-se de organização e do uso da inteligência de dados a favor dos negócios.

Em muitos casos esse tipo de controle já acontece, mas de forma precária — e até amadora. Por meio de anotações manuscritas, cadernos, e planilhas de preenchimento manual, diversos gestores acreditam estar fazendo a coisa certa, quando na verdade não obtêm um retrato fiel e preciso do que, de fato, está acontecendo. E como esses dados, apesar de imprecisos, podem ser muito próximos dos aferidos por uma plataforma digital, a tendência é acreditar que a diferença no longo prazo não é tão significativa. Mas aí é que o engano acontece.

Um exemplo que ajuda a dimensionar essa divergência é o que é perdido com o desperdício de alimentos no confinamento. Numa propriedade que tem 2 mil cabeças, por exemplo, há uma perda média de eficiência de produção e distribuição de ração entre 3% e 5% a cada ciclo de 100 dias. Isso significa que a cada quilo de ração perdido no trato por dia, a fazenda perde aproximadamente R$ 700 — o que representa um prejuízo diário de cerca de R$ 4,6 mil.

Num outro exemplo, o prejuízo na venda final do gado que não teve um controle preciso no fornecimento de energia gerando uma redução de apenas 2% no ganho de peso diário, pode chegar a quase R$ 35 mil num confinamento de 2 mil cabeças. Muito dinheiro, sobretudo se comparado com o valor investido em plataformas de gestão agropecuária e na capacitação de funcionários.

 

Tecnologia: solução ideal para o pecuarista

 

Ainda que estejam cada vez mais populares, planilhas eletrônicas e aplicativos para tablets e celulares ajudam, mas não resolvem a situação. No primeiro caso, leituras incorretas, erro na inserção de dados e outras falhas podem apresentar panoramas equivocados para os donos de fazendas. No segundo, os recursos querem atender o maior número de produtores possível, deixando de lado as especificidades de cada unidade de negócio e impossibilitando a personalização. Algumas informações importantes para a sua atividade não poderão ser inseridas, ou alguns relatórios fundamentais não estarão disponíveis — e a inclusão desses campos não costuma ser uma solicitação entregável ao cliente.

Softwares avançados facilitam e simplificam o gerenciamento do negócio, atendendo a todos os processos administrativos, financeiros e operacionais. Essas plataformas permitem o acompanhamento do animal desde a entrada dele no confinamento até a saída, com informações precisas sobre a sanidade, movimentação, ganho de peso diário e a indicação do ponto ótimo de abate.

De quanto mais informações os gestores de propriedades agropastoris dispuserem, melhor será o planejamento das etapas de produção. O cruzamento dos dados permitirá aos profissionais — zootecnistas, agrônomos e veterinários — estimar o consumo diário de cada animal, o ganho médio de peso e se o ciclo está evoluindo da maneira adequada a garantir a margem de lucro estipulada para o negócio.

 

Para saber como aumentar o controle e os lucros do seu confinamento, leia o e-Book Impacto da Tecnologia na Rentabilidade do Confinamento.

 

Bons negócios!

 

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